Recomeçar...
Quando um amigo me pediu para dar
um nome ao seu álbum eu, prontamente, sugeri: recomeçar! Ele que havia mostrado
as suas composições para o público, resolvera voltar à ativa. Eu sabia que ele
precisava recomeçar, mostrar as suas composições, cantar as suas músicas. Ele ficara
recolhido num voluntário exílio por muito tempo.
Durante a solidão pode rever a sua vida, os seus acertos e os seus equívocos. Ele perdeu, ganhou, sorriu e chorou! Mas, ele voltou e havia mais dentro dele do que ele mesmo pudera perceber. Os seus olhos brilhavam como antes, os dedos dedilhavam como sempre, o seu piano emitia a melodia alegre de antes. Ele voltara do dolorido exílio, havia lágrimas, mas a tempestade passara. Ele renascera para a nova vida.
Quem pensa que não há recomeço, acredita numa grande mentira. Na história que conto, que vi e que senti, alguém saiu do exílio porque acreditou que é possível, assim como a mítica fênix, ressurgir das cinzas. Eu posso escutar as melodias radiantes de quem acreditou que é possível recomeçar, porque logo depois da tormenta surge um recomeço e quase sempre um novo amor...
Durante a solidão pode rever a sua vida, os seus acertos e os seus equívocos. Ele perdeu, ganhou, sorriu e chorou! Mas, ele voltou e havia mais dentro dele do que ele mesmo pudera perceber. Os seus olhos brilhavam como antes, os dedos dedilhavam como sempre, o seu piano emitia a melodia alegre de antes. Ele voltara do dolorido exílio, havia lágrimas, mas a tempestade passara. Ele renascera para a nova vida.
Quem pensa que não há recomeço, acredita numa grande mentira. Na história que conto, que vi e que senti, alguém saiu do exílio porque acreditou que é possível, assim como a mítica fênix, ressurgir das cinzas. Eu posso escutar as melodias radiantes de quem acreditou que é possível recomeçar, porque logo depois da tormenta surge um recomeço e quase sempre um novo amor...

Nenhum comentário: