UM JEITO DE SER

Um jeito de ser

Gilberto B. da Cunha

Psicólogo CRP 07/21456 


Gosto da psicologia e admiro os psicólogos que estudam para entender o seu conteúdo, a alma humana. Quando posso leio meus antigos polígrafos de psicologia e meus livros que guardo com carinho na prateleira de minha sala. Sou um psicólogo por vocação e um profissional da psicologia que ainda tem muito que aprender. 

Há pouco li um texto de um psicólogo, num de seus tantos livros, que me deixou cheio de esperança com o futuro da humanidade. Somos de possibilidades múltiplas, e uma delas é a capacidade de superar nossos problemas ou de, pelo menos, conviver com eles sem que eles sejam maiores do que a nossa capacidade de ser feliz. É possível ser feliz, apesar de nossos problemas. Os psicólogos ajudam a encontrar pistas, mas não têm receita pronta. O trabalho pode ser longo e dolorido. 

Muitos que lidam ou que estudam psicologia devem conhecer o termo “abordagens psicológicas”, eis um tema muito bonito e interessante de estudar. O autor que li, cujo texto me tocou, fala de uma abordagem centrada na pessoa. Um texto de linguagem fluente, simples e poderosa. Gostei do jeito que acolhem o ser humano, da maneira que o escutam e da forma como ajudam a pensar a problemática de quem os procuram. É leve, é acolhedora e de uma enorme empatia. 

Há outras abordagens que ajudam as pessoas quando elas procuram outra forma de entender os seus sofrimentos. Valem a pena ser conhecidas. Enquanto lia o texto eu pensava nas diversas formas que a psicologia tem para dialogar com o ser humano. Sempre acreditei que o ser humano e complexo e grande e que por isso a psicologia cria formas para chegar aos diferentes seres humanos. Não é por nada que os psicólogos são orientados a estudarem muito, se querem chegar ao coração de seus pacientes.

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