Francisco, ergue a minha igreja...
Gilberto B. da Cunha
Psicólogo CRP 07/21456
Psicólogo CRP 07/21456
Quando Francisco olhou para a
igrejinha em ruínas o seu coração ficou inquieto. Ele mesmo era um jovem
cismado e o seu coração estava apaixonado por Deus. Naqueles dias e nos demais
dias e até o final de sua vida o coração de Francisco estava imerso no coração
de Deus. Naquela noite Francisco sonhou e o Senhor lhe pedia: “Francisco: ergue
a minha igreja”.
Alguns dias depois, Francisco e seus amigos, enquanto cantavam, levantavam tijolo por tijolo, as paredes da igrejinha em ruínas em meio aos campos de trigo, aos arredores da cidadezinha de Assis. Os mais pobres, desejosos de uma igreja sem pompas e sem riqueza, juntaram-se ao jovem Francisco e aos seus amigos e assim a igrejinha de São Damião foi erguida e em pouco tempo ela acolhia os pobres da região.
Alguns dias depois, Francisco e seus amigos, enquanto cantavam, levantavam tijolo por tijolo, as paredes da igrejinha em ruínas em meio aos campos de trigo, aos arredores da cidadezinha de Assis. Os mais pobres, desejosos de uma igreja sem pompas e sem riqueza, juntaram-se ao jovem Francisco e aos seus amigos e assim a igrejinha de São Damião foi erguida e em pouco tempo ela acolhia os pobres da região.
Quando as janelas do mistério da
vida se abrem, nos deparamos com acontecimentos que podem surpreender os limites
da lógica humana. Depois daquele sonho, Francisco realizou o grande milagre de
devolver ao povo a fonte da esperança, o lugar da pertença e o espaço da
contemplação. A pequena igrejinha, ao Sul da cidade de Assis, foi também o
lugar onde o coração de Francisco parou de divagar.
Quando reconstruímos as paredes
caídas da alma humana também estamos erguendo um templo para as pessoas encontrarem-se
com o sentido da vida. É no interior de si mesmo que nos deparamos com as nossas
feridas, mas também descobrimos a esperança...
28/12/2022
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